Meu ex quer me dar bola: 2 por Brittainy Cherry (Autor), Carolina Simmer (Tradutor) Formato: Capa comum Ver todos os formatos e edições Resgatar Salve o cupom 20% : NOVONARECORD Ver itens participantes Promoção Pré-venda com Preço Mais Baixo Garantido Termos Inscreva-se Ganhe R$20 em créditos ao completar uma missão. Ver mais Ver opções de pagamento Você pode parcelar em até 24x sem cartão de crédito com a Geru! O famoso jogador de beisebol Nathan Pierce volta à sua cidade natal disposto a reconquistar a irredutível Avery Kingsley. Mas será que depois de tantas jogadas erradas ele merece uma segunda chance? Meu ex quer me dar bola é uma deliciosa comédia romântica de Brittainy Cherry que mostra que certas histórias não terminam no último lance. As regras da competente treinadora de beisebol Avery Kingsley são bem rígidas: lance a bola com força, dê tudo de si na corrida e nunca, jamais, olhe para trás – e isso vale também para antigos amores. Depois de três anos sem ganhar nada, o time de beisebol da pequena cidade de Honey Creek, sob seu comando, não está lá muito confiante, mas ela tem certeza de que, com foco e disciplina, essa será a temporada deles. Bom, isso se o passado, que está prestes a entrar em campo, não colocar tudo a perder. Para tirar de vez o time do buraco, a diretoria se decide por uma estratégia bastante arriscada: contratar o cara mais famoso da cidade como técnico-assistente. E essa pessoa seria ninguém mais, ninguém menos que Nathan Pierce, o astro do beisebol – e ex-namorado de Avery, que ela odeia com todas as suas forças. Os dois viveram um grande amor na juventude, mas algumas escolhas profissionais os acabaram separando. Agora, anos depois, Nathan está de volta, disposto a reescrever sua história e mostrar a Avery que ele nunca mais cometerá o erro de deixá-la no banco de reservas. Entre provocações, olhares e flertes, a relação complicada dos dois se transforma em amizade, e a proximidade entre eles faz com que sentimentos que Avery julgava estar há muito tempo enterrados ressurjam com força total. A bola agora está com ela, que precisa decidir se vai continuar fugindo do passado ou enfrentar o jogo mais difícil de todos – o do amor. Leia mais Relatar um problema com este produto Número de páginas 420 páginas Idioma Português Editora Verus Data da publicação 29 junho 2026 Dimensões 15.5 x 1.8 x 22.5 cm
Erro fatal na prática: ao contratar Nathan Pierce como técnico‑assistente, Avery viu o time melhorar, mas acabou revivendo o drama antigo. O ponto de virada? Ela não deixou o passado entrar no jogo até que a bola já estava nas mãos dele.
Quando a diretoria de Honey Creek decidiu trazer o astro de volta, ninguém esperava que a maior ameaça fosse a própria memória de Avery. No campo, a regra da treinadora é clara: “lance a bola com força, dê tudo de si na corrida e nunca olhe para trás”. Fora dele, o mesmo princípio vale para relações que já ficaram no banco de reservas.
O primeiro tropeço costuma acontecer na “reunião de estratégia”. Nathan chega, traz ideias de arremessos e, sem perceber, reabre a ferida ao comentar sobre o antigo “jogo” que fizeram juntos. A maioria dos leitores esquece que a capa do livro já dá o tom de rivalidade. Se Avery deixa o passado ditar a prática, o time perde foco; se joga a culpa no ex, o relacionamento fica estagnado.
Um segundo ponto crítico é a tática de flerte em campo. Nathan decide provar que mudou, mas a maioria dos jogadores – e dos leitores – cai na armadilha de confundir apoio técnico com flirt. A lição aqui é simples: separar o plano de jogo da vida pessoal. Quando ela começa a aceitar conselhos de Nathan nos treinos, sem analisar se são realmente benéficos, o time se desequilibra e o romance se torne um fator de risco.
O terceiro erro é o clássico “olhar para trás”. Não é só sobre o relacionamento antigo; é sobre o *passado da equipe*. O time de Honey Creek tem três anos de derrota, mas Avery tenta “reconectar” com a velha glória ao invés de criar novas jogadas. Esse mindset impede a equipe de evoluir. O alerta: não deixe que a nostalgia governe a estratégia atual.
Como virar o placar? O livro mostra três movimentos que funcionam na prática: 1) **Definir limites claros** – Avery estabelece, no vestiário, que o feedback de Nathan será exclusivamente técnico; 2) **Reescrever as regras** – ela adapta a própria filosofia, permitindo que os jogadores (e ela mesma) experimentem erros sem culpar o passado; 3) **Transformar a rivalidade em parceria** – ao reconhecer o valor de Nathan como treinador, sem reviver o romance, o time ganha coesão.
Quer ver o que isso significa em números? De acordo com a página de detalhes do produto (dados técnicos), a obra tem 420 páginas, o suficiente para mergulhar nesses detalhes sem sobrecarregar. Cada capítulo traz diálogos curtos, reais, que facilitam a aplicação imediata das táticas no seu próprio “time” – seja ele profissional ou pessoal.
Então, a questão não é se você pode replicar a história de Avery, mas se consegue aplicar o princípio de não olhar para trás na sua vida. O resultado é replicável: quem segue a estrutura de limites, adaptação e parceria vê melhorias tangíveis. O método, porém, é escalável apenas se você está disposto a deixar o passado no vestiário e colocar a bola nas mãos do presente. Garanta já o seu exemplar

